Misture e Mande

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Mistura e Manda

Nº 8 - 28/7/2003

9º Congresso Nacional de Jovens Lideranças Empresariais

O Brasileirinho está apoiando o 9º Congresso Nacional de Jovens Lideranças Empresariais, a realizar-se em Porto Alegre de 30 de outubro a 1 de novembro, no Centro de Eventos da PUC-RS. O Congresso é uma iniciativa da Confederação Nacional de Jovens Empresários (CONAJE), Federação das Associações de Jovens Empresários do Rio Grande do Sul (FAJERS) e Associação de Jovens Empresários de Porto Alegre (AJE/POA), sob a coordenação de Rafael Missio Neto, vice-presidente da FAJERS.

Tendo como tema Decolando Sonhos. Pilotando Negócios, o evento vai reunir empresários e autoridades para debater como os jovens empreendedores brasileiros podem dar sua contribuição na construção de uma sociedade mais justa, com atenção à responsabilidade social e educação empreendedora.

A CONAJE, sendo uma entidade que reúne 7 mil associados de oito estados brasileiros, passou a ter recentemente um representante no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

(Fabio Gomes)

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Flor de Ébano vai homenagear Mestre Marçal

O grupo Flor de Ébano assinou contrato com a gravadora Ageve, de Porto Alegre, e deve entrar em estúdio em breve para preparar seu segundo CD (o primeiro, Ebaneo, saiu em 2001), Tributo a Mestre Marçal. Lendário diretor de bateria da Portela, com passagem pelo Recreio de Ramos e Império Serrano, Marçal (1930-1994) pertence a uma nobre linhagem do samba: além de ser filho de Armando Marçal, autor de um dos mais belos sambas da História, “Agora é Cinza” (parceria com Bide), é pai de Marçalzinho, também excelente percussionista, com carreira internacional. O repertório do CD do Flor de Ébano deve ser selecionado nos 7 discos que Marçal lançou. O violonista Silfarnei já adianta que um dos destaques será a sensacional “Facho de Esperança” (Sereno – Julinho)(aquela que começa com “Sorri pra mim/ Porque preciso enganar a dor/ Surpreender o mal interior...”).

(F. G.)

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O Churrasco do Caymmi

Nos anos 80, o maestro Radamés Gnattali gravava um disco e convidou o compositor Dorival Caymmi para participar. O baiano chegou no estúdio com o violão, que logo largou num canto. Os dois em seguida combinaram como iniciariam “Marina”, mas Radamés ainda quis verificar alguns acordes ao piano. Enquanto aguardava, Dorival cofiou os cabelos brancos e anunciou:

- Em janeiro a gente vai fazer um churrasco.

- Ah, é? – respondeu Radamés, interessado, ao que Caymmi acrescentou:

- Eu tenho preparativos para altas misérias!

- Aonde?

- Ah, no mundo!

(F. G.)

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