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Mistura e Manda

Nº 164 - 19/6/2007

Novidades no Brasileirinho

Entrou no ar na segunda, 18, meu texto Herbert Vianna: O Longo Caminho até o Astral Total, em que falo de como acompanhei a recuperação do líder d'Os Paralamas do Sucesso após seu grave acidente no começo de 2001. Este meu depoimento foi publicado originalmente em agosto do ano passado no blog de nossa colaboradora Bruna Machado, que desde então adotou o título de meu texto como nome de sua página. Clique aqui caso você queira ver a publicação original do texto.

(Fabio Gomes)

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Trilha de Gaitas

O Cine Santander (Porto Alegre) exibiu na quarta, 13, o curta Trilha de Gaitas (2005), de Fernando Basso, filme do qual participo falando sobre a chegada da gaita ao sul do Brasil e de algumas de suas características musicais. O convite para que eu participasse do filme surgiu em função de meu texto Gaita no Sul = Sanfona no Nordeste.

(Não foi minha estréia no cinema: fui figurante de outro curta, O Guarda-Linhas, de Lilóye Brigitte, rodado em 1993 em Bento Gonçalves, na Serra gaúcha.)

Também participam do filme o Quinteto Persch (formado apenas por gaiteiros, que tocam de vanerão a música erudita), Gilberto Monteiro (interpretando clássicos como "Milonga para as Missões") e o maestro Antônio Carlos Borges Cunha, titular da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, que começou a vida musical como gaiteiro. Numa das passagens mais curiosas do filme, aliás, Cunha conta como foi vaiado pela platéia do Salão de Atos da UFRGS, certa feita, apenas por ter entrado no palco com uma gaita...

(Fabio Gomes)

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Trilha de Gaitas (2)

Prezado Fábio,

Parabéns por seus depoimentos no documentário Trilha de Gaitas.

Abraço,
Antônio Carlos Borges Cunha, maestro.

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Jornada Gonzagueana em Recife

A programação de São João no Recife incluiu neste ano uma Jornada Gonzagueana - uma sincera homenagem ao cantador, sanfoneiro e compositor Luiz Gonzaga. A abertura aconteceu na Livraria Cultura, na tarde da sexta, dia 8, com a palestra do mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Pernambuco José Mário Austregésilo, que chamou a atenção para a modernidade da obra de Gonzagão (quase sempre dita como tradicional). Um jovem sanfoneiro, Arimatéia, de 25 anos, participou da palestra de Austregésilo. Logo depois, João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga, contou histórias que marcaram sua trajetória ao lado do Rei do Baião.

Na mesma ocasião, o o diretor-presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Fernando Duarte, anunciou para breve a abertura do Memorial Luiz Gonzaga. O local, situado no Pátio de São Pedro, servirá como uma espécie de suporte para pesquisas, partituras, músicas, instrumentos, aulas de sanfonas e seminários. A jornada seguiu até o domingo, 10, e levou ao público da Livraria Cultura palestras dos jornalistas José Teles, do Jornal do Commercio, e Michelle de Assumpção, do Diário de Pernambuco; o ex-produtor de Gonzagão, Reginaldo Silva, e o músico Janduyr Finizolla, outro parceiro do Rei.

A parte musical da Jornada aconteceu na Praça do Arsenal, na noite do dia 8. Dois sanfoneiros, o pernambucano Genaro e o gaúcho Renato Borghetti, mostraram que a obra de Gonzaga continua cada vez mais viva.

(F.G.)

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