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Mistura e Manda

Nº 176 - 21/1/2008

Novidades no Brasileirinho

Colocamos no ar ontem dois novos vídeos do Projeto Brasileirinho. Os dois são trechos da edição especial do programa Sem Censura, da TVE do Rio de Janeiro, que homenageou a cantora Maria Bethânia. No primeiro vídeo, Bethânia comenta o projeto e fala da situação do ensino brasileiro. No segundo vídeo, a professora Vânia Corrêa Pinto conta como teve a iniciativa do projeto e relata o impacto que ele gerou na comunidade escolar.

(Fabio Gomes)

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Volante com Cachaça não Combina

Clicando no link abaixo você pode ouvir a gravação da música de Mauro Diniz e Cláudio Jorge que venceu ontem o 2º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas (Prêmio Chiquinha Gonzaga), cuja final aconteceu na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. Foi aos dois autores o crédito exibido pela TV Globo ao transmitir a final em flashes no Fantástico. Tava certo, afinal foram eles que cantaram os versos da marcha, mas não haveria problema algum em dar o crédito ao Bloco dos Cachaças.

Este bloco nasceu de uma brincadeira numa das festas que Mauro Diniz costuma promover em sua casa no Méier. O dono da casa mostrou ao amigo e parceiro Cláudio Jorge parte de uma marcha com o tema "se beber não dirija". Cantou-se muita coisa e lá pro final Mauro retomou o tema, que Cláudio completou, dando-lhe o refrão. A empolgação foi tanta que a festa virou bloco. O nome "Bloco dos Cachaças" surgiu ao natural, pois é com a alcunha de "cachaças" que Mauro costuma chamar seus amigos do samba e da boemia - "Ô cachaça, como é que você está?".

A estréia oficial do bloco aconteceu no show Volante com Cachaça não Combina, no Teatro Rival, em 26 de dezembro, com a presença da "diretoria musical" dos Cachaças - além de Cláudio e Mauro, Ari Bispo, Marcelinho Moreira, Paulão 7 cordas e Rogério Caetano -, com o reforço dos músicos Trambique e Humberto Araújo. Os Cachaças já nascem devidamente batizados, tendo como padrinho Zeca Pagodinho e como madrinha Marisa Monte. Outros shows devem se seguir, além naturalmente de desfiles durante o Carnaval carioca.

Enfim, essa deve ser sem dúvida uma das mais auspiciosas estréias de bloco dos últimos tempos!

(F.G.)

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Spok rege a bateria da Mangueira

No domingo, 13, a Mangueira fez o ensaio final de seu enredo "100 Anos do Frevo É de Perder o Sapato – Recife Mandou me Chamar" na Marquês de Sapucaí. Em alguns momentos, o diretor da bateria da verde-e-rosa, mestre Taranto, passou a batuta ao maestro pernambucano Spok, que definiu o fato como "uma das grandes emoções da minha vida". Por várias vezes, Spok não se conteve e chorou durante o ensaio. Na véspera, Spok já participara de festa na quadra da Mangueira, animada pela bateria comandada por Taranta.

E não vai ficar por aí: o maestro pernambucano aproveitou a ocasião para confirmar presença no tradicional Show de Verão da Mangueira, tanto no Rio (dia 21) quanto em São Paulo (dia 22).

(F.G.)

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O Trabalho na Música Popular Brasileira

Prezado Fábio Gomes,

Sou estudante de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações da Universidade de Brasília e pretendo analisar, a partir do referencial teórico com que trabalho, algumas músicas que retratam o trabalho/trabalhador brasileiro. Escrevo esta mensagem para elogiar o artigo O Trabalho na Música Popular Brasileira publicado no site Brasileirinho. O histórico apresentado me ajudou bastante na hora de delimitar o material com que vou trabalhar e certamente será citado em minha dissertação.

Parabéns pelo site.

Emílio Facas

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